Seg, 23 de Julho de 2018
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Alterações Auditivas da Exposição Ocupacional em Músicos

Raquel Beltrão Amorim - Graduação em Fonoaudiologia. Especializanda em Audiologia Clínica.

Andréa Cintra Lopes - Doutorado. Professor Doutor.

Karlos Thiago Pinheiro dos Santos - Especialista em Audiologia Clínica e Educacional. Mestrando em Bases Gerais de Cirurgia/UNESP-Botucatu.

Ana Dolores Passarelli Melo - Mestre em Fonoaudiologia pela FOB/USP. Bolsista Fapesp.

José Roberto Pereira Lauris - Doutorado. Professor Associado

 

A exposição à música tornou-se interesse entre os especialistas em audição e acústica, uma vez que está relacionada à atividade profissional e social e à alta prevalência da Perda Auditiva.

Objetivo: Investigar a saúde auditiva de músicos.

Método: Fizeram parte do estudo 30 músicos, os quais foram submetidos à entrevista específica, audiometria tonal convencional e de altas freqüências, timpanometria e emissões otoacústicas evocadas transiente e por produto de distorção.

Resultado: 17% dos sujeitos apresentaram audiograma sugestivo de Perda Auditiva Induzida por Ruído, 7% normal com entalhe e 7% com outras configurações. A média dos limiares das freqüências de 3, 4 e 6kHz mostraram-se com maior nível de intensidade quando comparada com a de 500, 1 e 2kHz; assim como a média dos limiares da audiometria de altas freqüências quando comparada com a audiometria convencional. Houve correlação positiva dos limiares com idade e com tempo de profissão. Encontrado ausência de emissões otoacústicas evocadas transiente em 26,7% (orelha direita) e 23,3% (orelha esquerda) e ausência de emissões em freqüências isoladas nas emissões otoacústicas evocadas por produto de distorção.

Conclusão: Foram observadas alterações nos testes realizados na ausência de queixa de dificuldade auditiva; o teste das emissões otoacústicas mostrou-se com maior sensibilidade na detecção precoce de alterações auditivas; músicos apresentam risco significativo de desenvolverem perda auditiva.


Leia Artigo na íntegra baixando PDF anexo.